
| A FELICIDADE É INDIVIDUAL | Ago/2010 |

A FELICIDADE É INDIVIDUAL E O INDIVÍDUO DEVE RECONHECER QUE NÍVEIS DE SATISFAÇÃO DEVEM SER EMPREGADO A PARTIR DE SUAS EXPERIÊNCIAS.
O que pode ser bom para um não necessariamente é bom para o outro. A felicidade é individual e cada um deve reconhecer como alocar os níveis de satisfações para cada força de modo a equilibrar sua vida.
As experiências fornecem um aspecto importantíssimo. Por exemplo, em determinada época de sua vida você estava saindo muito com os amigos esquecendo deliberadamente de outras áreas como trabalho e estudo e a família. Com o passar do tempo você começou a ter certas dificuldades, pois você se viu com certas dívidas que não pode pagar porque não tem trabalho ou ele não é suficiente para cobrir a satisfação consigo mesmo.
Alocar níveis de satisfação que equilibre sua vida é uma tarefa extremamente difícil, porque o individuo deve destinar muito tempo refletindo sobre suas experiências e sobre o que vem acontecendo a todo instante.
Muitas pessoas só conseguem atingir o equilíbrio depois de muita reflexão e problemas superados na vida. A reflexão e o aprendizado estão no âmago da questão.
As atitudes da pessoa não devem ser justificadas nas de outras. As vezes, a pessoa se julga com direito de errar para justificar o erro do outro. Dizer que arranjou um namorado porque o marido lhe traiu trata-se de uma desculpa para realizar o que já esta como potencial dentro de si. Outro caso é quando, no trabalho, deixa-se de fazer uma tarefa porque o ônibus atrasou, ou o colega lhe dificultou o serviço.
A FELICIDADE É DADA NO EQUILÍBRIO DAS FORÇAS
Não tente depositar tempo e esforço demasiadamente em uma única força, pois afetará as demais. Por exemplo, existem muitos casos em que a pessoa ao se relacionar com o conjugue deixa de investir em outras forças, como por exemplo, a de amigos e a consigo mesmo.
Em muitos casos, essas pessoas frequentemente estabelecem níveis altos de satisfação e acabam por não cuidar das outras forças. Em outros casos, simplesmente se dedicam tanto ao companheiro(a) que as outras forças se tornam irrelevantes ou desnecessárias para sua felicidade.
Ao final do relacionamento, contudo, percebem que ficaram sem o aparato dos amigos e família, pois não investiu o suficiente para cativá-los. Ao quebrar a lei do equilíbrio das forças, muitas dessas pessoas ficam sem amigos e deixam fortes estragos também na família. Em profundo desalento, prometem ser diferentes em futuros relacionamentos no qual muitas vezes conseguem e outras vezes não.
Portanto, mesmo que o individuo não esteja equilibrando as forças no presente, em muitos casos os efeitos virão a longo prazo. Outras, em curto prazo. Contudo, parece-me que os efeitos negativos do desequilíbrio são realmente sentidos a longo prazo.
Ao enfocar uma força, provavelmente a pessoa esteja extraindo muita felicidade momentânea e que logo mais os efeitos contrários desses sentimentos irão refletir em decepções a longo prazo.
Em todas as situações da vida somos responsáveis pelas nossas escolhas e no equilíbrio de como lidamos com elas, inclusive as escolhas inconscientes.
PS. Agradeço H.L.
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